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Com o envelhecimento da população no Brasil cresce cada vez mais o uso da prótese de quadril

Pessoas com idade acima de 60 anos que sofrem de osteoartrose são as principais candidatas ao uso da prótese de quadril, uma demanda crescente nos serviços de saúde do país em função do envelhecimento da população. A técnica consiste na substituição da articulação do quadril doente por uma prótese artificial e é indicada apenas para casos em que a cirurgia restauradora não surte efeito. O bom funcionamento da articulação do quadril, ressalta o ortopedista Guydo Marques Horta Duarte, especialista em quadril, coordenador do serviço de ortopedia do Hospital Vila da Serra,  “é essencial para o ser humano, pois é esta junta que faz ligação entre o corpo e os membros inferiores”.

Quem não consegue articular o quadril não anda, perde a autonomia e a qualidade de vida. São, em sua maioria, pacientes idosos que se vêem limitados a uma vida sedentária que os afasta gradativamente do convívio social. Mas a prótese também é indicada para pacientes com osteonecrose, doenças reumáticas ou que tenham sofrido fraturas no colo de fêmur.

 “O que notamos é que a demanda pelas próteses de quadril é crescente, porque cada vez mais temos pacientes idosos”, explica o médico, alertando para o fato de que a disponibilidade delas ainda não é suficiente no sistema de saúde para suprir a demanda. O Brasil tem hoje, segundo dados do IBGE, 19 milhões de habitantes com 60 anos ou mais, 10% da população. E a tendência é de que este número cresça, graças, em especial, aos avanços da medicina.

“A maioria dos pacientes que precisam de prótese de quadril tem entre 60 e 70 anos”, lembra o médico, ressalvando, entretanto, que muitos jovens já se beneficiaram da técnica. A média de idade, em seu consultório, é de 59 anos, mas ele tem pacientes na faixa etária de 19 a 96. A diferença é que o paciente com mais de 60 anos pode permanecer com a mesma prótese pelo resta da vida, já os mais jovens precisarão fazer uma revisão em alguma época e, eventualmente, substituí-la.

A durabilidade da prótese, segundo o médico, vai depender principalmente de três fatores: A técnica cirúrgica, a qualidade do material e o uso que o paciente faz dela. É que a substituição da articulação do quadril por outra artificial requer alguns cuidados, um dos mais importantes é evitar impactos. O paciente pode nadar, fazer caminhadas, hidroginástica, dança de salão e outros esportes que não sobrecarreguem ou exijam esforço concentrado na junta. O objetivo é que as pessoas levem vida normal depois de operadas.

O mais gratificante na cirurgia, frisa Guydo Marques,  é que os pacientes que utilizam a prótese de quadril relatam que “recobraram a vida”. Elas voltam a andar dois dias após a cirurgia e vão colher resultados mais significativos cerca de  dois meses depois, quando, já sem dores,  voltam a caminhar, a se movimentar, emagrecem e, sobretudo, recuperam   a independência”.

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  • Mônica Pereira Alves

    Adorei a matéria, gosto muito desta área de neonatologia e sempre busco assuntos relacionados. abraços…

    • admin

      Que ótimo, Mônica! Muito bom ter esse retorno dos nossos leitores, saber quais os assuntos de maior interesse. Agradecemos o contato. Abçs, Equipe Hospital Vila da Serra.

  • RODRIGO

    Gostei muito da materia, eu sou um pai com um filho na UTI e estou passando um momento muito dificil. A mae teve pre eclampsia e a cessaria ocorreu com 30 semanas. Nasceu com 1140kg, PCA e DBP, alem das complicacoes teve uma infeccao sanguinea apos 1 semana, foi muito triste, pois ele estava respirando sem nenhum auxilio e precisou ser entubado. Curada a infeccao foi fazer a cirurgia do PCA, mas teve uma inflamacao no pezinho (ponto venoso) e a cirurgia foi cancelada. Com 36 semanas operou o PCA e estubou no 3 dia, pesando 1575kg, mas desde entao, passados mais 3 dias estubado e sem auxilio respiratorio passou a pesar 1450kg. Estou feliz, mas triste ao mesmo tempo…

    • admin

      Olá Rodrigo,
      intercorrências são mais comuns em bebês prematuros, porém a cada dia que passa a chances de sobrevivência são enormes, exemplo disso é o caso do bebê Carol http://youtu.be/OVyJu4jdyp0
      Salientamos que a família deve ter confiança na equipe médica e seguir as orientações dadas por ela a fim de tornar o tempo de internação menor.

  • Juliana

    Dra Tilza foi responsável pela primeira mamada do meu bebê depois de internado na UTI. Nunca me esquecerei dela, foi um dia muito feliz entre tantos de sofrimento. Não sei se é mãe mas, sua intuição de mãe e cuidados de médica foram marcantes em minha vida e do meu filho. Obrigada e que Deus continue iluminando-a como médica e ser humano.

  • Poliana mae da Julia

    Dra. Tilza é um anjo capacitado por Deus que está na terra na missao de dar continuidade numa gestacao interrompida. Agradeco a Deus, a Dra. Tilza, a estrutura do HVS e toda equipe da uti neonatal pela sobrevivencia da mha pequena Julia que nasceu com 690g e depois de quase tres meses internada teve alta e hje pesando mais de 5kg. Mto saudavel e perfeita. Impossivel esquecer a atencao e cuidado da Dra Tilza c nossos pequenos. O momento canguru, a hora de mamar e ate mesmo na hora de dar as noticias sempre calma e mto positiva. Parabens pela materia e pela grande profissional que é. Que Deus continue te iluminando cada vez mais para garantir a sobrevivencia desses bebes e a gratificacao e felicidade eterna dos pais.

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