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Psicologia na Maternidade

O vínculo inicial mãe-bebê é considerado como o acontecimento mais importante no desenvolvimento do aparelho psíquico da criança. Após o nascimento, mãe e filho vivenciam profunda reorganização, visando restabelecer a simbiose anterior rompida pelo nascimento.

O encontro entre o bebê e seus pais, após o parto, é muito idealizado: as equipes médicas e de suporte se empenham para que tudo aconteça com a maior harmonia. E as Maternidades se organizam, hoje em dia, para o Alojamento Conjunto, de modo que a nova família esteja reunida rapidamente.

Uma intercorrência qualquer, mesmo que de pequena gravidade, mas que provoque interferência neste encontro, traz um descompasso, nos pais, entre o que se sonhou com um filho imaginário e o que se passa com o filho do real.

Eles podem ser tomados por grande ansiedade, devido à quebra de suas expectativas. É quando perdem as referências que os sustentavam.

É necessário, pois, que, ao lado da urgência da clínica da medicina ofereçamos, com a psicologia, uma clínica da escuta.

A função da psicologia é, então, possibilitar uma operação que permita que os pais tenham acesso a uma escuta diferenciada, que lhes favoreça sair da desordem angustiante em que se encontram. Abrir espaço para a subjetividade, onde o cuidado com o corpo, como somático prevalece.

Desta forma, os pais poderão se haver com a construção de um saber singular acerca de seu filho – saindo do imaginário -, com suas inquietações em torno da evolução do bebê ou até mesmo com sua própria dinâmica familiar ou pessoal.

O objetivo do trabalho do psicólogo não pode mais ser o de reparar, mais tarde, no consultório, as possíveis consequências decorrentes destes obstáculos no período inaugural de constituição do aparelho psíquico e sim trabalhar num outro registro, registro no qual a criança “sujeito” é acolhida não somente como um corpo a fazer funcionar, mas como um rebento do homem portador de uma história que precede em muito estes fatos iniciais, mesmo que aconteçam no instante do nascimento. Esta história será apenas um episódio.

Psicóloga Tania Maria Lage Polatscheck em nome da equipe de Psicologia do HVS

Equipe:
Lilian Almeida Couto Viana
Margarida M. Gontijo
Tânia Maria Lage Polatscheck
Thaisa M. M. Godoy

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  • Fernando

    Dr, gostaria de saber se de alguma forma existe a probabilidade de que um bebê nascido de 7 meses, tenha maiores chances de sobrevivência do que um (bebê) de 8 meses? Será que há este dado, mesmo que sem comprovação científica? ou é só boato, talvez possa ser verdade sem pesquisa?

    • admin

      Olá Fernando, agradecemos o contato.
      Dê maneira geral, a chance de sobrevivência do recém nascido prematuro e diretamente relacionado à idade gestacional, ou seja, quanto maior a idade gestacional, maior a sua chance de sobrevivência. No entanto a presença de outros intercorrências tais como a má formação, crescimento ultra e intra uterino alterado, infecções pré e pós-natal e entre outras complicações comuns no recém nascido pré-termo, pode sobrepor a idade gestacional e influênciar a probabilidade da sobrevivência do bebê.

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