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Dúvidas Frequentes

  • + O HVS atende pelo meu convênio?

    Clique aqui para conferir a listagem dos convênios atendidos pelo HVS ou entre em contato com o Setor de Convênios pelo telefone (31)3228-8103.

  • + Quais são os cuidados que devo ter com o meu bebê?

    Mamãe e papai, ai vão algumas dicas e orientações para que o ato de cuidar do seu bebê que acabou de chegar se torne mais simples e prazeroso.

    A Proteção do Bebê

    O bebê não deve ser colocado em uma “redoma”, mas é importante que as pessoas lavem bem as mãos quando forem cuidar dele.

    Deve ser evitado o contato com pessoas com febre, tosse ou coriza.

    É muito importante que as pessoas não fumem no ambiente do bebê.

    Todos os utensílios, como chupetas, mamadeiras e demais, devem ser lavados com sabão de coco e a seguir fervidos por cinco minutos. Deixe secar bem e a seguir guarde- os em uma caixa com tampa. Separe o sabão, as esponjas e os panos de prato exclusivamente para este procedimento.

    A Higiene

    O Banho

    Deixe tudo separado antecipadamente: sabonete neutro, toalha, fralda, roupinhas. È interessante forrar a toalha com uma fralda grande e macia, que ficará em contato com a pele do bebê. Coloque a água morna na banheirinha- pode ser água direto do chuveiro aquecido-a temperatura pode ser testada com as mãos ou cotovelos da pessoa que for dar o banho.

    Se o bebê tiver evacuado, limpe a região das nádegas e genitália antes do banho.

    Coloque o bebê na banheirinha- primeiro os pezinhos para testar a tolerância da temperatura e a seguir coloque- o assentado e recostado com apoio de um de seus braços. Com a mão livre molhe o rostinho; a seguir ensaboe o corpinho e depois enxágüe. Lave a cabeça por ultimo, retire o bebê logo a seguir.

    Enrole-o nas toalhas e seque inicialmente a superfície da cabeça, a seguir o corpo, preocupando-se em secar cuidadosamente todas as dobrinhas e dedinhos dos pés e das mãos.

    Nos primeiros dias coloque pouca água na banheira para evitar que o coto umbilical se molhe; também não precisa virar o bebê neste período.

    Observações

    Inicialmente os banhos devem ser bem rápidos; com o passar do tempo, passa a ser um prazer para o bebê e para a mãe e a partir daí podem ser mais prolongados.

    O ambiente deve estar em uma temperatura agradável, não devendo ocorrer correntes de ar.

    No primeiro mês devem ser evitadas substâncias químicas em contato com a pele. Portanto, o sabonete deve ser neutro neste período. Talcos não devem ser utilizados.

    A banheirinha deve ser lavada (com sabão de coco) e seca após o banho. Não há necessidade de passar álcool na mesma.

    Evite dar banho logo após as mamadas, porem se o bebê estiver muito agitado, com fome, permita que ele mame um pouco antes, terminado a mamada após o banho.

    As Evacuações

    As primeiras evacuações do bebê são escuras e pegajosas – é o mecônio- que será eliminado por 2 a 3 dias. A seguir as fezes tornam- se amarelo- esverdeadas e depois amarelas. Com o passar do tempo, as fezes vão ficando mais consistentes, em grumos amarelos e á medida que o leite vai ficando maduro, elas vão ficando cada vez mais consistentes. No entanto, muitos bebês amamentados ao seio apresentam fezes bem amolecidas, que são normais desde que não tenham cheiro desagradável e o bebê esteja bem. Os bebês evacuam várias vezes ao dia e é habitual que o façam logo após as mamadas.

    As Micções

    Quando o bebê está bem hidratado ele urina bem. Caso os pais notem a diminuição da diurese, as mamas devem ser intensificadas e oferecido mais liquido.

    As Trocas de Fraldas

    Após as micções e evacuações a região da fralda deve ser limpa com um chumaço de algodão embebido em água morna, retirando todo os resíduos.

    Seque bem e passe um creme protetor (indicado pelo pediatra) para proteger a pela da próxima diurese ou evacuação.

    Evite usar lenços umedecidos ou outras substancias químicas no primeiro mês de vida do bebê.

    O Coto umbilical

    O cordão umbilical é uma estrutura gelatinosa que contem apenas duas artérias e uma veia. Não tem nervos, portanto não dói. Ele pode ser manipulado sem medo, não incomoda o bebê e só vai desprender quando realmente estiver na hora. É muito simples cuidar deste coto, que após o nascimento não tem mais função nenhuma. Precisa apenas ser desidratado para poder cair.A queda acontece habitualmente em torno de 7º ao 14º dia de vida (ás vezes um pouco mais se o coto é muito grosso).

    Para limpá- lo é necessário gasinha, cotonete e álcool absoluto.

    Umedeça um cotonete com álcool absoluto e aplique na base do coto umbilical, retirando secreções se estiverem presentes. Caso tenha se formado uma “bolsinha de pele” em volta do coto, tracione a pele para expor a base.
    Umedeça a gasinha com álcool absoluto e enrole- a ao redor do coto. Posicione- o para cima e firme com a própria fralda.

    Após a queda, aplique na cicatriz um cotonete embebido em mertiolate incolor ate a completa cicatrização.

    Observações

    O uso de moeda ou faixa não torna o umbigo mais bonito e além do mais a faixa dificulta a respiração do bebê. Repare como a barrinha do bebê sobe e desce com movimentos respiratórios.

    Nunca use qualquer tipo de folha ou substância desconhecida no coto, pois podem provocar infecções.

    É habitual ocorrer pequeno sangramento esporádico que mancha a gasinha (é só trocá-la), no entanto, se este sangramento for persistente, bem como se ocorrerem mau cheiro ou vermelhidão, o bebê deve ser avaliado pelo pediatra.

    As unhas

    É interessante aproveitar os períodos de sono para cortar as unhas, pois o bebê vai estar relaxado e certamente não irá se sentir incomodado.

    O nariz

    O bebê costuma não gostar muito da limpeza nasal, que só deve ser feita quando necessária. Se for visualizada alguma secreção ela pode ser retirada com um cotonete embebido em solução fisiológica, mas nunca introduza muito o cotonete.

    Em caso de obstrução nasal, pode-se gotejar meio conta-gotas de solução fisiológica em cada narina, e se necessário, aspirar as narinas com uma perinha de aspiração. A congestão nasal é habitual nos primeiros meses de vida, não sendo, na maioria das vezes sinal de doença ou alergia.

    O ouvido

    Somente as partes externas do ouvido devem ser limpas. Não introduza cotonete dentro do canal do ouvido. Se o bebê tiver acumulado cera neste local, somente o pediatra deverá tirar, se necessário.

    O Vestuário

    É importante saber que o bebê, desde os primeiros dias tem a capacidade de sentir calor assim como também sente frio, dependendo da temperatura ambiente. Portanto não o agasalhe em excesso nos dias quentes. Nos dias mais frios, ai sim serão usados casaquinhos e se necessário toquinhas e luvas. A noite é sempre prudente deixá- lo mais protegido do frio. As roupas mais simples e confortáveis deixam o bebê mais á vontade. Eles também não gostam de ser apertados com mantas ou faixas; é importante deixá- lo assumir a posição de maior conforto.

    Os Soluços

    Quando o bebê enche muito a barriguinha ou por outros motivos, é muito comum que comece a soluçar. Uma boa forma para tentar ajudá- lo é fazer com que sugue mais um pouquinho no seio, na tentativa de que o “deglutir” iniba os soluços.

    Os Espirros

    Os espirros são muito comuns e não significam geralmente que o bebê esteja gripado. É que qualquer poeirinha pode irritar as narinas e provocar os espiros

    As Cólicas

    As cólicas acontecem em grande parte dos bebês (não em todos), mas felizmente costumam desaparecer em torno de 3 meses de vida. São causadas geralmente por acumulo de gases no intestino e talvez por uma certa falta de coordenação de funcionamento intestinal nos primeiros meses de vida. Para tentar evitar que as cólicas ocorram é importante que o bebê seja sempre colocado para arrotar depois das mamadas. Ajuda também, bastante, que vocês massageiem sua barriguinha quando estiverem cuidando ou brincando com ele. Se ele estiver tendo colocas naquele momento, tente se tranqüilizar e ao bebê. Com certeza vai passar.

    É de grande ajuda coloca- lo de bruços sobre seus braços, e com uma das mãos massagear a barriguinha, embalando com movimentos rítmicos. Se você estiver sentado, coloque- o de bruços sobre suas pernas e embale- o também com movimentos rítmicos das mesmas. As cólicas podem ocorrer em “crises”, quando não há duvidas de que o bebê está tendo dores, mas podem ser mais sutis, apresentando- se em algum período do dia quando a criança freqüentemente torna- se “enjoadinha”. Em alguns casos podem ser necessário utilizar algum medicamento ou um chazinho, mais estes devem ser prescritos pelo pediatra da criança se necessário.

    A Amamentação

    O leite materno é, sem duvidas, o alimento mais completo e adequado para o bebê. É de se esperar que o ato tão natural quanto o de amamentar seja um procedimento tranqüilo para a mãe e o bebê. No entanto, alguns probleminhas podem ocorrer durante este processo, mas se a mãe estiver instruída apara evitar e solucionar tais problemas e acreditar que é capaz disto, as coisas, sem duvida, se resolverão.

    • Para produzir leite em quantidade adequada você deve se preocupar em tomar bastante liquido e se alimentar bem, com uma dieta balanceada. É importante também que você procure relaxar e descansar.
    • Inicialmente o bebê não tem horário rígido para amamentar; assim que ele requisitar você deve oferecer.
    • Lembre- se de que quanto mais ele sugar mais leite será produzido.
    • Nos primeiros dois dias, habitualmente o bebê apresenta sucção lenta, com pausas. Deixe- o mamar o tempo que ele quiser, não limitando o tempo de mamada.Quando a sucção se torna vigorosa e contínua, pode ser necessário limitar a mamada em torno de 15- 20 minutos em cada seio, se estiver ocorrendo trauma mamilar.
    • Procure oferecer ambos os seios em cada mamada, alternando o primeiro a ser oferecido, isto é, se começou uma mamada pelo direito, na próxima vez ofereça primeiro o esquerdo.
    • O leite produzido nos primeiros dias chama- se colostro; embora a quantidade seja pouca, ele é rico em proteínas e geralmente suficiente nesta fase inicial da amamentação.
    • O bebê deve ser colocado virado para o corpo da mãe, com um bracinho ao redor do corpo materno.
    • A aréola deve estar bem macia e deve ser introduzida o maximo possível dentro da boca do bebê, pois a transição da aréola com a pele corresponde ás ampolas onde o leite está estocado. Portanto, é nesta transição da aréola com a pele que deve ser colocada na gengiva do bebê para a adequada expressão do leite.
    • Se os seios estiverem muitos cheios antes da mamada, você deve esvaziar um pouco a aréola antes, para facilitar a adequada sucção.
    • Procure um lugar tranqüilo e confortável para que a amamentação possa ser o mais prazeroso possível. Os bebês se tranqüilizam e relaxam bastante com uma música suave e talvez seja este um bom momento para utilizá-la.

    Prevenindo problemas com os seios:

    Fissuras: uma primeira medida para evitar fissuras é exatamente a introdução correta do mamilo “macio” na boquinha do bebê, evitando o traumatismo sobre o bico do seio.

    Evite ficar limpando o mamilo em excesso, para preservar a sua oleosidade natural. A limpeza do mesmo deve ser feita normalmente durante o banho. Após o banho, diariamente, coloque um sutiã limpo. O seio não necessita ser limpo antes de cada mamada.

    Caso ocorram fissuras, seu obstetra ou pediatra poderão te orientar a cerca do uso de pomadas cicatrizantes, protetores para os seios ou outras medidas cicatrizantes.

    Ingurgitamento mamário: A regra básica e simples para prevenir o ingurgitamento mamário é drenar a mama sempre que perceber que seu seio está ficando cheio ou dolorido.

    • Se estiver na hora de mamar o seio estiverem muito cheios esvazie e amacie a aréola e coloque o bebê para sugar.Se estiver no intervalo das mamadas , bebê sem fome e os seios muito cheios, drene a mama.
    • Se o bebê mamou apenas em um seio, está satisfeito e o outro seio está com muito leite, drene a mama.

    Para drenar a mama basta amaciar e homogeneizar todo o seio com movimentos circulares. Esvazia- se inicialmente a aréola até ficar bem macia. Se não há ingurgitamento (“seio empedrado”), esta manobra geralmente é suficiente para esvaziar a mama- é como se o bebê estivesse mamando.

    Se existe algum lóbulo ingurgitado (endurecimento localizado), faça como descrito anteriormente, esvazie inicialmente a aréola e a seguir faça a drenagem deste lóbulo, descomprimindo as porções próximas á aréola inicialmente e progressivamente as porções em direção á base da mama.

    Lembre-se de que não deve escorregar as mãos sobre a pele e sim comprimir o local com uma das mãos em direção á outra mão de apoio.

    Pode ser um pouco trabalhoso, mais tais cuidados serão necessários, habitualmente apenas nos primeiros dias, ate que ocorra o equilíbrio entre a quantidade de leite produzido e a quantidade que o bebê consegue mamar.

    Socorro, mamãe minhas dobrinhas estão assadas!

    Quase todo bebê sofre com as assaduras nas dobrinhas causadas pelas fraldas. E, muitas vezes, os pais não sabem porque elas aparecem nem como fazer para sumir com elas. Para isso nós conversamos com um especialista, o Dr. Calil Farhat, professor titular da disciplina de infectologia para tratamento de pediatria da Escola Paulista de Medicina/ UNIFESP, que vai contar tudo o que os pais precisam saber sobre assaduras.

    Para começar, a assadura é conhecida no meio médico como dermatite de fralda, que é um comprometimento da pele que ocorre na raiz da coxa, nas nádegas, na porção baixa do abdômen e na região genital, exatamente na área coberta pelas fraldas.

    Essa dermatite se manifesta pelo aparecimento de vermelhidão, inchaço discreto da pele e pode evoluir com pequenas erosões na pele, bolha, ulceração (feridas), que causam mal estar e desconforto para o bebê.

    Segundo o médico, essa é a lesão de pele mais comum em crianças pequenas, atingindo até 35% das crianças nos dois primeiros anos de vida, que correspondem ao período de utilização das fraldas.

    Isso acontece porque o uso de fraldas provoca exposição prolongada à urina, o que leva a excessiva hidratação da pele e elevação do seu pH, deixando-a mais sensível. Surge então a assadura, proveniente do contato prolongado da pele com urina e fezes, tornando-a suscetível à fricção com as fraldas e a outros irritantes como resquícios de sabões e detergentes, substâncias encontradas nas fezes e urina, fungos e bactérias.

    A assadura está ligada aos cuidados na troca das fraldas, ao tipo de fralda usada e ao uso de calça plástica que facilita o aparecimento dela. A alimentação e a estação do ano também têm influência no aparecimento de assaduras, no verão pela transpiração e no inverno pela dificuldade de perceber se a criança urinou ou evacuou.

    E para evitar as assaduras nas dobrinhas do bebê, o Dr. Calil Farhat tem boas dicas. A criança que usa fralda deve ser trocada com bastante freqüência nos primeiros meses de vida, período em que o bebê evacua e urina freqüentemente. É uma maneira de prevenir a dermatite ou evitar o agravamento de uma já existente.

    Se a criança “fez xixi” a fralda deve ser trocada e deve se lavar a criança somente com água morna; se a criança “fez cocô” lavar com água morna e com sabonete de glicerina ou sabonete especial para criança. Depois, se deve enxugar a pele da criança delicadamente com uma toalha sem esfregar, para não provocar atrito com a pele.

    Outras medidas preventivas podem ser tomadas, como por exemplo, usar certos cremes e pomadas que existem à base de óxido de zinco e petrolato, que são substâncias que funcionam como barreira mecânica de proteção à pele, diminuindo a possibilidade do atrito da fralda com a mesma e, além disso, tem uma função de ajuda na reconstrução da pele, quando há a dermatite.

    Equipe de Neonatologia do Hospital Vila da Serra

  • + Como saber que chegou a hora do parto?

    O início do trabalho de parto é diferente para cada mulher. Algumas sabem imediatamente quando está chegando a hora, outras podem confundir o estágio inicial do processo como sendo gases, azia, dor lombar ou indigestão. Esta é uma das questões que mais preocupa a futura mamãe. Mas fique tranqüila porque há três sinais distintos que você deve conhecer para saber se já começou o trabalho de parto.

    Contrações regulares

    As contrações (percebidas por algumas mulheres como endurecimento da barriga) são sentidas no abdômen – na parte inferior – ou nas costas. Elas ocorrem porque o útero está se contraindo e relaxando ao mesmo tempo, ajudando a abrir o colo e empurrar o bebê para o canal de nascimento. Durante o estágio inicial do trabalho de parto, as contrações são sentidas como cólicas menstruais.

    Quando o processo de nascimento começar verdadeiramente, as contrações se tornam regulares. Nos estágios iniciais, usualmente ocorrem em intervalos de 15 a 20 minutos e duram entre 30 e 45 segundos. Conforme o trabalho de parto avança, essas contrações ficam mais freqüentes e duram em torno de 60 segundos.

    Na fase em que você sentir de duas a três contrações em 10 minutos e que duram por volta de 45 segundos ou mais, deve procurar o hospital e avisar seu médico. As contrações se mantêm constantes, mesmo se você estiver deitada ou andando. Se perceber contrações regulares e dolorosas antes da 37ª semana, procure imediatamente seu médico ou o hospital, pois poderá estar entrando em trabalho de parto prematuro.

    Eliminação do tampão mucoso

    Durante as últimas semanas de gravidez, o colo começa a ficar fino e dilatar em preparação para o parto, o que pode ocasionar a perda de um tampão mucoso. Quando isso ocorre, você notará a saída de uma substância mucosa pela vagina, com alguns filetes de sangue.

    Este não é um sinal de trabalho de parto, e sim que está se aproximando. Na verdade, o trabalho de parto, às vezes, só começa vários dias depois desse sinal. Qualquer quantidade de sangue maior que os filetes acima descritos deve ser relatada a seu médico.

    Perda de água pela vagina

    A perda de água pela vagina indica a ruptura das membranas, ou “bolsa das águas”, que mantêm o líquido amniótico durante a gravidez.

    Quando isso ocorre, você não sente dor, apenas a sensação de uma água morna escorrendo pelas pernas. Usualmente, a mulher sente a perda de meio litro de água, mas a quantidade vai depender de onde a bolsa rompeu. Em casos de rupturas altas, a perda de líquido pode ser pequena, apenas suficiente para umedecer a calcinha, sem escorrer.

    Além disso, você poderá continuar perdendo líquido, conforme seu bebê continua a produzi-lo. Tenha em mente que isso é natural, uma parte saudável de seu trabalho de parto, e não machuca seu bebê. Sua bolsa de água pode se romper no começo ou só no final do trabalho de parto.

    É importante que seu médico seja informado quando você suspeitar da perda de líquido (especialmente se a ruptura ocorrer antes do início do trabalho de parto).

    Trabalho de parto falso

    A maioria das gestantes sente contrações leves antes de realmente entrar em trabalho de parto. Tais contrações são chamadas de contrações de Braxton Hicks. Pode ser difícil diferenciar essas contrações das verdadeiras, principalmente se acontecerem perto da data marcada. Se as contrações não estiverem dilatando o colo uterino, entretanto, isso é conhecido como trabalho de parto “falso”. Enquanto as contrações verdadeiras se tornam mais demoradas, fortes e têm cada vez menos intervalo entre elas, as contrações falsas são normalmente:

    Irregulares. As contrações de Braxton Hicks são esporádicas, não têm padrão previsível e geralmente param se você descansar ou trocar de posição.

    Sentidas na barriga e na virilha. As contrações do trabalho de parto verdadeiro, por sua vez, normalmente “dão a volta” desde as costas até a barriga. Se as contrações de Braxton Hicks a fizerem se sentir desconfortável, tome um banho quente de imersão e bastante líquidos para controlá-las e aliviar o desconforto.

    Quando ligar para o médico?

    Alerte seu médico caso sinta um aumento na pressão pélvica, tiver sangramento vaginal ou secreção abundante, ou se notar uma diminuição acentuada no nível de atividade do bebê. O médico pode conversar sobre essas mudanças e decidir se há necessidade de realizar um exame.

    E, claro, avise o médico quando as contrações regulares começarem. A sensação pode ser de que o útero está “dando um nó”. As contrações podem não ser dolorosas no início, mas há um aumento gradual na intensidade, começando da parte superior do útero e irradiando-se pela barriga e parte inferior das costas. O médico terá de saber que outros sintomas são sentidos, o intervalo das contrações, e se você consegue falar quando elas acontecem.

    Uma vez que o trabalho de parto tenha realmente começado, quando você deve ir ao hospital? Cada situação é diferente da outra, mas, geralmente, é aconselhável que as gestantes devam ir para o hospital quando as contrações durarem 60 segundos ou mais, com cinco minutos de intervalo entre elas por pelo menos uma hora.

    Parto pré-termo

    Às vezes, as contrações fazem com que o colo uterino se dilate antes de 37 semanas de gestação. Isso é denominado parto pré-termo. Uma infecção vaginal ou uterina, ou vários outros problemas de saúde podem provocar o parto pré-termo. Por razões desconhecidas, algumas mulheres têm mais tendência a ter esse tipo de parto que outras.

    Os sintomas do parto pré-termo são semelhantes aos do parto a termo. Se notar alguns do sinais pré-trabalho de parto listados acima ou sentir contrações fortes e regulares antes de 37 semanas, ligue imediatamente para o médico. Após examiná-la para verificar se o colo uterino está dilatando, ele pode recomendar que você evite relações sexuais, esforço e estresse, e que descanse o máximo possível para evitar novas contrações.

    Em caso de algum desses sintomas ou dúvidas, procure o Atendimento Adulto 24 horas do Hospital Vila da Serra, com entrada pela Rua da Paisagem. Para melhor atendê-la, possuímos um plantão obstétrico 24 horas para você.

  • + Por qual portaria devo entrar?

    Em caso de URGÊNCIA / PLANTÃO OBSTÉTRICO 24 HORAS: encaminhe-se para a portaria do Atendimento Adulto 24 horas, localizado na Rua da Paisagem.

    Para ter acesso aos CONSULTÓRIOS / DIAGNÓSTICOS: Dirija-se para a portaria lateral localizada na Alameda da Serra ,499.

    Em caso de INTERNAÇÃO / CESÁREA, encaminhe-se para a portaria principal localizada na Alameda da Serra 499.

    *Lembramos que todas as entradas do hospital possuem rampas de acesso para deficientes físicos.

  • + Quais são as outras conveniências que o Hospital oferece?

    Clique aqui para saber mais sobre as conveniências.

  • + O Hospital possui estacionamento?

    Sim. A entrada para o estacionamento é pela Alameda da Serra.  Serviço terceirizado.

  • + Posso furar a orelhinha e cortar a unha do bebê no hospital?

    Por medida de segurança, os pediatras do Vila da Serra recomendam que o furo da orelhinha e o corte da unha do recém-nascido sejam realizados preferencialmente em casa, livre do ambiente hospitalar. Durante sua estadia no hospital, as enfermeiras poderão fornecer os contatos de profissionais que realizam este serviço na casa do cliente.

  • + O que é o Bebê on line?

    O Bebê on line é um serviço gratuito que o hospital oferece à mamãe que tenha interesse de colocar a foto do bebê no nosso site, de modo que seus amigos e parentes distantes tenham a oportunidade de conhecê-lo ainda nos seus primeiros dias de vida. Clique aqui para saber como funciona este serviço.

  • + Qual é a naturalidade dos bebês que nascem no HVS?

    Segundo a Medida Provisória 776 de 26/04/2017, a naturalidade do bebê poderá ser do Município em que ele nasceu, ou do Município de atual residência da mãe. Esta opção cabe ao declarante no ato de registro do nascimento realizado no cartório.

  • + Minha família pode assistir ao parto?

    Para que a chegada do bebê seja ainda mais especial para os vovôs, as vovós e os titios, o Hospital Vila da Serra possui o bloco com visor para que a mamãe tenha uma torcida coruja na hora do nascimento. Este visor é reservado e agendado previamente pelo médico, desde que a família o informe sobre o interesse de sua utilização e ele esteja de acordo. Para a utilização do espaço é cobrada uma taxa* e permite-se a entrada de máximo oito pessoas. Em caso de parto normal, a utilização do visor dependerá de sua disponibilidade. 

    *Para informações sobre os valores entre em contato com a nossa tesouraria através do (31)3228-8140

  • + Posso ser presenteada com flores de parentes e amigos?

    Parentes e amigos poderão presentear a mais nova mamãe com flores, lembrando que elas devem permanecer do lado de fora do quarto, na soleira da porta, devido ao cheiro forte que pode incomodar o bebê. Informamos que o Hospital possui uma floricultura localizada na entrada principal.

  • + O papai pode assistir ao parto? É cobrada alguma taxa?

    O Hospital Vila da Serra reconhece o apoio do pai no momento do parto, dando direito à mãe de tê-lo ao seu lado neste momento tão especial.

  • + Vou ter contato com outros pacientes do Hospital?

    Pensando sempre em atender com qualidade e segurança as mamães e recém-nascidos, o Vila da Serra foi planejado arquitetônicamente com o objetivo de manter os serviços maternos isolados dos demais serviços hospitalares. O Bloco Obstétrico foi projetado em uma extremidade do prédio, oposta ao Bloco Cirúrgico. Além disso, o 4º andar foi reservado exclusivamente para a Maternidade. Assim, a nova família contará com maior comodidade e um ambiente agradável.

  • + Qual é o horário de visita? Quantas pessoas podem me visitar? Quem for visitar, deve trazer documentos? Quais?

    Para uma maior comodidade e segurança das mamães e bebês do Hospital Vila da Serra, os horários de visita estão limitados a:

    Apartamentos
    das 09 horas às 22 horas
    Autorizada a entrada de quatro visitantes por vez

    Enfermarias
    das 14 horas às 17 horas
    Autorizada a entrada de 2 visitantes por vez.

    É importante que os visitantes tragam seus documentos de identificação, para que seu acesso às dependências do hospital seja liberada.

  • + Como posso obter mais informações sobre amamentação?

    Além da nossa equipe de Enfermagem 24 horas na maternidade, o Hospital oferece ainda um atendimento personalizado através do CIAMA Centro de Incentivo ao Aleitamento Materno, localizado no 7º andar da instituição. Para obter mais informações, clique aqui.

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Compromisso e Qualidade

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