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Mulher desconhece relação entre CÂNCER e HPV

De acordo com pesquisa do Ibope, mulheres desconhecem que a vacina contra HPV atua na prevenção do câncer. Muitas mulheres ainda não realizam o exame Papanicolau regularmente.

A relação entre o aumento do risco de câncer do colo do útero a partir da infecção pelo vírus HPV (Papilomavírus humano) ainda é desconhecida pela maioria das mulheres. Mesmo aumentando em até 100 vezes a chance de uma mulher desenvolver o câncer de colo do útero no futuro, o HPV ainda não é identificado como fator de risco pelas brasileiras. Além disso, grande número delas que não realizam regularmente o Papanicolau, principal exame para detectar as lesões que podem levar ao câncer do colo do útero, o segundo tipo de câncer mais incidente entre as brasileiras.  

Esses dados alarmantes foram levantados pela  Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC), parceria com o IBOP. Ao todo, foram entrevistadas 700  mulheres de seis capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife), com idades entre 16 e 55 anos. “Queríamos conhecer um pouco mais das referências dessas mulheres, entender quais mensagens já chegaram até elas sobre o assunto e o que ainda falta para que elas entendam a gravidade dessa situação”, diz Garibalde Mortoza Júnior, presidente da entidade e membro do corpo clínico do Hospital Vila da Serra.

De acordo com a pesquisa, apenas 34% das entrevistadas relacionam o HPV com o câncer do colo do útero. “Esse é um dado importante que já percebemos no consultório. O desconhecimento esbarra nas medidas de prevenção, algo que elas não realizam corretamente”, avalia Mortoza Júnior. O profissional conta que esses números são preocupantes, uma vez que a vacinação  contra o HPV deve ser iniciada em meninas a partir dos 10 anos de idade. Além disso apenas 2% das entrevistadas acredita que exista alguma medida de prevenção para o câncer do colo do útero ainda na infância.

Quase 40% das entrevistadas também não relacionaram os exames preventivos de rotina como forma de prevenção do câncer do colo do útero. “A detecção precoce de lesões que podem levar ao câncer é importantíssima para se prevenir a doença”, lembra Mortoza Júnior. Outro dado importante: 31% das entrevistadas nunca realizou ou fez apenas uma vez na vida o exame de Papanicolau. “É muito importante chamar a atenção para o fato de que existem medidas para a prevenção desse tipo de câncer. Adolescentes e mulheres devem ser vacinadas contra o HPV e as mulheres precisam incluir o exame em sua rotina’’ , reforça.

O desconhecimento sobre a vacinação contra o HPV- apontada pela Organização Mundial de saúde como a principal ferramenta de prevenção contra o câncer de colo do útero- também é grande. Apenas 15% das mulheres relacionam a vacina contra HPV, principal ferramenta de prevenção apontada pela Organização Mundial de Saúde, como fator de prevenção contra o câncer.

Para tentar suprir a falta de informação sobre esse tipo de câncer, a ABPTGIC lança a a campanha “Mulheres Semeiam Vida”, que pretende informar as brasileiras sobre as medidas de prevenção do câncer do colo do útero.

A campanha será principalmente digital. As mulheres poderão buscar informações sobre a doença, o diagnóstico, a prevençãoe o tratamento no site www.mulheressemeiamvida.com.br, onde também será possível encontrar o link para a fan page no facebook: facebook.com/mulheressemeiamvida.

A sustentabilidade também ganhará destaque. A  cada 25 ‘‘curtir’’ na fan page, uma árvore será plantada no Brasil por meio de uma parceria com a ONG Instituto Brasileiro Florestal (IBF). “É uma forma que encontramos de viralizar a campanha nas redes sociais para ganhar ainda mais a atenção das mulheres e lembrar a importância do útero para a vida”, completa Mortoza Júnior.

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